Categoria: Wedding advices

Spandex under your dress – the good and the bad news about it

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Spandex under your dress – the good and the bad news about it

 I get a lot of brides and friends of brides asking me what I think about wearing spandex under a wedding dress or a bridesmaid dress. I have to confess, and I am not ashamed, that I wore them on my wedding day, as well as my bridesmaids, mom and photographer! We have a funny picture actually, where we are all showing ours proudly (nope, that photo will NEVER see the the daylight!)

 

Explaining what spandex underwear is in a very easy way, is by thinking of it as tight slips girls wear under their clothes so they don’t get rolls. Some man wear it also, but most of them never tell anyone.
Having used them (I had a mermaid dress and really wanted everything in place without having to remember to keep my belly up), I believe I now am the holder of good pros and cons about wearing them on your wedding day, and that I think you should know about before buying them. Unfortunately, there are more cons than pros, and some I only got to explore and learn about after the wedding, but now that I pass them on to you, you can make your call with more information than I had at the time.

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Make your wedding an Inspiration not a Classroom

Organization & Planning Wedding advices

Make your wedding an Inspiration not a Classroom

We say it over and over again: Your wedding. Your way. We say it, we live by it, and we believe in it so strongly that there is no doubt in our minds that being true to oneself is the way for a happy wedding, a happy marriage and, ultimately, a happy life.

Today we write for couples who might think of their wedding day as an opportunity to convince others of their lifestyle, choices, food habits or beliefs.

 

If you are one of the above… read carefully

Your wedding is not a hostage camp nor a motivation seminar. This is not the time or place for you to change people minds, open their eyes to the light or convince them that a gluten free or animal free diet is the way. No matter how strongly you believe in this you cannot take upon to use your wed-day to change people’s minds, habits or beliefs. 

Now, and having said that… Of course you can and should have a wedding that reflects who you are, what you like, what you eat and where you place your faith.

But, and then again, if you are surrounded by friends and family who know and love you, shouldn’t they already know who you are, what you believe in and what you eat?

(If you have a hard time answering this question you might want to rethink your guest list as you might be inviting the wrong crowd.)

I know, I know, easier said than done. So, and with all of that in mind let me give you some tips on how to find balance without stepping on anyone’s toes for a blissful day.

Let’s talk FOOD

food

100% vegetarian is the way: Ask your caterer to adapt traditional dishes into vegetarian options. If your guests see something they recognize, it might make the whole experience better for them.

Re-veggie-hearsal: Why not host a nice dinner where your family – especially the elderly – can have a first veggiencounter and break some myths? It might smooth things up!

Non-Veggie RSVP: guests that won’t accept a vegetarian meal need to let the bride and groom know by day X, otherwise, vegetarian it is.

Balance it out: unless you are at Green Peace fighting like a maniac, chances are you are just another lovely vegetarian like yours truly here, who lives peacefully amongst non-vegetarian people. So, if Gramma and Grampa, Mom and Dad have a major problem with this, be the bigger person, raise the white flag and have a menu that is a reflection of who you are and those you love.

 

Let’s talk FAITH

Chapel

This one can be tricky! But it can actually be quite simple if you know how to handle things. I have three recommendations that will most certainly keep you safe.

Be inclusive: “church lingo” is not always easy to follow, so ask your minister to include the audience and keep it simple.

Stay away from awkward: asking guests to shout words, get down on their knees or interact can be an ice builder instead of an ice breaker. So be aware of that.

Keep it Simple: whatever religion you follow, faith is a delicate thing, beautiful as well. Focus on elements that are a reflection of yours that will also be pleasant to your friends and family without conflicting with theirs.

 

One last note…

Without ever losing sight of your identity as a couple, I share with  you something my Mom used to tell me: “Yes, this is your wedding but you are not alone, not now, not there, not ever! Make it a time of love and love is also compromising.”

Your wedding is not the time to shock, to prove something, to start a fight, to show your family that you know better. Your wedding day is a celebration of love, all forms of love, yours towards your bride or groom, but also towards your family, your friends.

Make your decisions thinking of the memories you want to have and they should be memories of peace and bliss.

Images: Sweet Rebel BrideFood | Faith

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Repetimos e tri-repetimos isto: O teu casamento. À tua maneira. Dizemo-lo, sentimo-lo, vivemo-lo e acreditamos nisto tão profundamente, que defendemos que mantermo-nos fieis a nós próprios é a única forma de sermos e vivermos uma vida feliz. E um casamento também!

O meu post de hoje é especial para os noivos que vêem o casamento como uma oportunidade para convencer os outros da sua forma de estar, de viver, das suas opções de alimentação ou até da sua fé.

 

Se este é o teu caso… lê com atenção

O vosso casamento não é uma sala de reuniões ou de conferência, onde estão aprisionados e obrigados a ouvir o que lhes vão dizer. Este não é nem o lugar nem a altura para mudarem a mente de ninguém, para convencerem outros das vossas escolhas, opções ou religião. E não devem pegar num dia tão especial para torná-lo em algo de onde os vossos convidados só querem fugir a sete pés.

Dito isto… é óbvio que o vosso casamento deve espelhar o que vocês são , gostam, fazem e aquilo que vos tem unido.

Porém, se no vosso casamento vão estar amigos e família que vos conhecem, não fará sentido que eles já saibam quais são as vossas opções?

(Se demoraram a responder a isto, é melhor revisitarem a lista de convidados, pois claramente não estão a convidar as pessoas certas!)

Eu sei que é mais fácil falar do que fazer, e é por isso mesmo que não vos deixo de mãos a abanar e seguem umas dicas que vão dar um jeitão e que certamente vos vão ajudar a tornar o vosso dia ainda mais inspirador.

 

Falemos de COMIDA

100% vegetariano e mai nada! Peçam ao vosso caterer que adapte pratos típicos na versão vegetariana. Comemos com os olhos e se os nossos olhos virem algo que reconhecem, talvez tudo o resto pareça (e saiba) logo melhor.

Re-veggie-hearsal: Porque não ter um jantarito em casa com a família, especialmente os mais velhotes, em que servem opções vegetarianas. Assim teriam um primeiro contacto e iam ver que não são esquisitices ou modernices.

Non-Veggie RSVP: Todos os convidados que não querem, de todo, comer algo vegetariano, devem avisar os noivos até dia X. Quem não o fizer, terá que se aguentar à bronca (vegetariana, com certeza!).

O equilíbrio: a menos que faças parte do Green Peace, a probabilidade é seres como eu, uma vegetarianita com amigos carnívoros com quem vivo pacificamente.  Por isso, se para os teus Pais, Sogros e Avós é um desgosto gigantesco ter comida vegetariana, porque não levantares a bandeira branca e fazeres um menu que vos reflete e à vossa escolha, mas que inclui aqueles que amas? Continua a ser o teu casamento à tua maneira!

 

Falemos de FÉ

Esta é uma questão mais sensível. Ainda assim, se mantiveres a cabeça simples, o resultado pode ser positivo. Estas três dicas podem ser o teu milagre para que tudo corra bem.

Inclusão de crenças: O discurso de igreja nem sempre é fácil de entender para quem não pratica. Por isso dá um toque ao teu Padre/Pastor e pede-lhe que o seu discurso faça com que as pessoas se sintam parte da conversa.

Evita constrangimentos: Cada fé tem as suas práticas e momentos de celebração. Nem todos os teus convidados vão querer abraçar pessoas, cumprimentar estranhos ou ajoelhar-se ou levantar as mãos. É importante manterem-se sensíveis a isto para que se criem pontes e não fossos.

Simplifica: a fé é uma questão delicada, mas também muito bonita. Ao escolherem os elementos que a representam, pensa também no que será agradável para todos, o que vos representa mais e o que unirá os vosso convidados à vossa cerimónia.

 

Uma última nota…

Sem perderem de vista quem são e o que querem no vosso dia de casamento, recordo uma frase que a minha Mãe me repetiu várias vezes enquanto planeava o meu: “Sim, é o teu casamento, mas não estás ali sozinha, nem agora, nem nunca. O amor também é saber ceder!”

O vosso casamento não é o momento para chocar, para marcar uma posição, para provar que já são adultos, para dizer aos 4 ventos “Sou senhor/a do meu nariz!”. Este é um dia de festa, de celebração, de amor, e não só do vosso um pelo outro, mas dos vossos familiares e amigos por vocês.

Este é um dia que pode ser de inspiração, de enriquecimento de laços. Aproveitem-no para isso, e não para bater o pé. Tomem decisões a pensar nas memórias que querem ter mais tarde, devem ser de paz e felicidade.

Imagens: Sweet Rebel BrideFood | Faith

Dear Bride, this one is for you… ‘cause we like you!

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Dear Bride, this one is for you… ‘cause we like you!

I am a bit of a soft heart kind of gal. Truth be told, we all are here at SRB.

So when a few days ago Mr. YouTube randomly sent Colbie Caillat song “Try” my way, I couldn’t help but get a bit emotional. My thoughts immediately flew in a bridal direction, and thought about the pressure they are on on their wedding day.

Perfect is the operative word. Perfect hair, nails, body, skin, shoes, dress, jewelry. God forbid you don’t lose enough weight, or you chose the wrong hair-do, or you decide that your nails will have absolutely no nail polish simply because you don’t like it. Or any other day that is less than… perfect!

Time has taught me that being a bride is managing other people’s expectations and, at times, even demands. Without planning and often not having a word on the matter, you may find yourself getting lost in an undesired journey from beauty expert to beauty expert. What concerns me, and often moves me, is you getting lost from you.

So the question is:

What do you want? How do you want to look? What image do you want to see in the mirror on your wedding day?

As Colbie Caillat says: “Do you like you? Cause I like you!”

And this is a message not from us, SRB; but from the person waiting for you at the altar. Someone who loves you, knows you, sees you. Of course you should look your best, of course you should feel like a princess, but just like on Disney stories, in every princess identity and voice. Don’t lose yours.

And don’t worry because, guess what? Your day will be a-ma-zing!

Here is the song. Enjoy.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=GXoZLPSw8U8&w=560&h=315]

Featured image: Poppy Dover Bridal by Sweet Rebel Bride

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Sou uma pessoa muito sensível, bem, o termo certo seria “coração mole”. Aliás, somos todas na SRB.

Por isso, quando há uns dias atrás o Sr. Youtube escolheu ao calhas a música “Try” da Colbie Caillat, emocionei-me com a letra e mensagem. Dei por mim a pensar nas noivas, as que conheço e as com que nunca me cruzarei, e não pude deixar de pensar na enorme pressão que lhes é posta em cima no dia do seu casamento.

Perfeito, é a palavra de ordem. Cabelo, unhas, maquilhagem, corpo, sapatos, jóias, vestido perfeitos. É impensável uma noiva não ter perdido peso suficiente, ter escolhido um penteado que não combine 100% com o vestido, ou ter a ousadia de não levar as unhas pintadas, simplesmente porque “não é a sua cena”.

Ao longo dos anos tenho aprendido que ser noiva é gerir as expectativas de toda a gente; mais, às vezes gerir as suas exigências. Sem sequer te ser permitido dar uma opinião, dás por ti completamente perdida numa correria entre especialistas de beleza, fitness e sei lá mais o quê. E o que me preocupa, e me comove também, é que às vezes, sem querer, as noivas se perdem de si mesmas.

Por isso a pergunta é:

O que é que tu queres? Como é que tu queres estar? Que imagem queres ver no espelho no dia do teu casamento?

Como diz a Colbie Caillat, “Gostas de ti? É que eu gosto de ti!”

E esta é a resposta não nossa, da SRB, mas de quem vai esperar por ti no altar . Alguém que te ama, te vê tal como és. Por isso mantém-te fiel a ti e a vocês. Não te deixes engolir pelos outros, este é o teu dia e, sabes que mais? Vai ser ma-ra-vi-lho-so!

8 Things you CAN’T do when you are a guest

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8 Things you CAN’T do when you are a guest

The wedding season is wide open and, if your are not the bride or groom, the photographer or videographer, you are a… Guest!

Being a Guest – just the guest – seems to be an easy thing. But with the number of weddings under our belt, it is safe to assume that not all guests know some basic behavior rules they should keep in mind. Is that your case? Worry no more. We’ve got some rules for you:

  1. Keep your photos away from Social Media: I know, I know… you want to be the first to share that you are at your friends’ wedding with the entire world. In a lot of weddings it might be OK. But if the Bride & Groom asked you not to, DON’T!
  2. Don’t forget to RSVP: just because in your head you said “OF COURSE YOU CAN COUNT ON ME, DUDE” doesn’t mean they are assuming you will be there. Actually, they will assume you are not.
  3. Bring an uninvited plus one. Really? Ana Luísa could share stories about this. But let us just put it that way, unless your invitation said “Your Name + Guest”, you cannot and should not bring a random friend.
  4. Inappropriate dressing: You are who you are and that is why your friends love you and want you around. But please be sensitive to who they are, to the time they dedicated into planning this wedding. You don’t wanna be the weirdo in their photos. Ask if there is a dress code. If so, try to meet it while being true to yourself.
  5. Showing up Late. That is a big No-No. Well, unless you are a doctor, a nurse, a judge, an astronaut arriving from space, an artist that had a show that very date. None of these? Then you MUST be on time!
  6. Say No to Drama. Please leave your problems and sad stories outside the chapel. Even if the bride or groom are your bffs, there is no reason way you should disturb them with your problems. This is their day and as much as they want to be there for you, they can. Let the love fill you. Drink, eat and dance.
  7.  Getting filthy drunk. We all want to have fun, go a bit crazy. But if you go over the top and are the first to take your clothes off while people are still finding their seats, that is not exactly nice, is it? Go slowly. This is one of those nights you want to remember.
  8. No white, ladies! We will be slightly traditional on this matter, ok? This is not the time, place or day for you to be the center of attention, so take it down a notch. Wear something pretty but not bridal in shape or color. Repeat after me: “I am NOT the bride!”

I honestly hope this helped you on what not to do. Still unsure on what to do?

Have fun. Smile. Hug them when you can. Tell them how special they look together and how happy you are for them. Mingle, dance until sunrise. Eat the delicious food. Look at them while they dance and send them great energy and happy thoughts. This is a party and a day to celebrate!

Featured Image: Getty Images via Brides.com

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A época dos casamentos está oficialmente aberta. Se não és os noivos, o fotógrafo ou videógrafo, então és… um convidado.

Ser convidado parece ser tarefa fácil. Porém, e depois de ter ido a dezenas de casamentos, posso dizer com certeza que há quem ainda não saiba bem quais os limites. Para te ajudar, fiz uma lista de coisas que não deves fazer:

  1. Não publiques tudo nas Redes Sociais: Eu sei, eu sei… queres ser o primeiro a mostrar ao mundo que estás na festa dos teus amigos. Mas não é a tua festa e tens de respeitar que eles podem querer divulgar as fotos deles no seu momento. Se eles pediram para não partilhares nada, NÃO PARTTILHES!
  2. Lembra-te de confirmar a tua presença:  Mesmo que mentalmente tenhas dito “SIM”, os noivos não o sabem e não vão assumir que podem contar contigo. Pelo contrário. Vão assumir que tu não vais.
  3. Vais trazer um/a convidado/a sem avisar? A Ana Luísa podia contar-vos histórias sobre isto. Simplifiquemos, a menos que o teu convite diga “O Teu Nome + Convidado” não podes, nem deves trazer um/a amigo/a.
  4. Roupa inadequada: És como és e por isso mesmo é que os teus amigos te adoram. Mas, há que ser sensível ao momento dos noivos e ao tempo e trabalho investido neste dia. Vê se há um dress code e adapta-o ao teu estilo. Não queres ser o/a esquisito/a das fotos pois não?
  5. Chegar tarde. Esta é mesmo inaceitável. A única desculpa? Se fores médico, ou enfermeiro, ou um astronauta que acabou de aterrar, ou um artista que acabou de vir de um show. Não és nenhum destes? Então, faz o favor de vir a horas!
  6. Sem Dramas por favor! Esta não é a altura para aproveitares os momentos com os noivos para desabafar. Mesmo que eles sejam os teus melhores amigos. Aproveita o espírito da festa para te animares.
  7.  Beber até cair. Todos nos queremos divertir. Mas se és o primeiro a tropeçar, a atar uma gravata na cabeça e a ir para a pista de dança, então tempos um problema! Bebe com calma. Esta é uma daquelas noites de que te queres lembrar.
  8. Nada de vestidos brancos, meninas. Vou ser um bocadinho tradicional aqui, ok? Este não é o dia, lugar ou altura para seres o centro das atenções. Podes ir linda de morrer, mas nada de vestidos com cores ou cortes de noiva. Diz comigo: “Eu não sou a noiva!”

Espero que isto vos tenha ajudado – e feito rir um bocadinho. Mas se chegaste ao fim e pensaste: “Então o que é suposto fazer?”, eu ajudo:

Divertir-te. Abraça-os sempre que tiveres oportunidade. Diz-lhes o quão especiais são para ti e como ficam bem juntos. Dançar até ao nascer do sol. Apanhar o bouquet. Dançar com a menina das alianças. Comer comida deliciosa e, sempre que olhares para eles, enviares energia e pensamentos felizes. É dia de festa!

Bring your Father in Law closer to you!

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Bring your Father in Law closer to you!

Once upon a time, I dated a guy. He was a drummer, web designer, super cool and stylish, tall, perfect hair, beautiful eyes and sensitive enough to write me the most amazing things and give me the most meaningful gifts.

Every thing was perfect. Except… he didn’t really like my family. And my family didn’t really like him.

One day I came home from one of our dates and my Dad was sitting on the couch watching tv. I sat by his side and described how wonderful that date had been. But my Dad was not excited, his eyes did not reflect my happiness. He finally said:

If this is the man you love, I will accept it and I will be nice to him. For you, out of love for you. But him, I don’t like.

My heart ached. Eventually we broke up and I understood what my Dad meant. Years have passed and I often recall this moment by thinking that I could never be with someone that did not like my father, my parents, my family. Doesn’t sound rebel at all right?

But it is!

Today in the USA it is celebrated the National Father-in-Law Day. Even though weddings seem to be all about the bride and all the women involved (MoB, MoH, MoG and Bridesmaids), fathers have a key role on your weddings and your marriage. Confused? Don’t be!

The Father figure is incredibly important for you, for your husband/bride and for your future children.

I find it hard to imagine loving someone and not loving their parents, not wanting to know them, hang out with them, know about their past, hear their stories. Because in a way or another, they are also responsible for a lot of who your spouse is, what his/her expectations of a life together are, of how he/she sees relationships, love, family.

Being closed to that is being closed to the one you love. And being closed, to whatever thing, is exactly the opposite of what we stand for at SRB.

If your Father in Law is alive, if he lives nearby, find some time for a cup of coffee. If he is not that close, give him a call, check on him.

Family and Relationships, mean work. Sometimes hard work. Do it for the one you love, for the one you chose.

#BeRebelAboutHowYouLove

Happy weekend!

A witty article for Grooms: Conversations with your Father in Law by AskMen

Featured Image: Meet The Parents

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Há muito tempo atrás namorei com um rapaz. Ele era baterista, designer, super cool, cheio de estilo, alto, cabelo perfeito, olhos amendoados, e sensível o suficiente para me escrever as melhores declarações de amor.

Tudo era perfeito. Menos… o facto dele não gostar dos meus pais e de os meus pais não gostarem dele.

Um dia cheguei a casa vida de um dos nossos encontros românticos e o meu Pai estava sentado no sofá a ver televisão. Sentei-me ao lado dele e comecei a contar-lhe como tinha sido tudo tão maravilhoso. Mas os olhos do meu Pai não brilhavam com os meus, não estava deliciado com a minha alegria. Às tantas acabou por dizer:

“Se é ele que tu amas e eventualmente um dia se casarem, eu vou tratá-lo bem. Por ti, pelo amor que tenho por ti. Mas a verdade é que não gosto dele!”

Na altura fiquei de coração partido. Algum tempo depois acabámos por terminar e acabei também por perceber o que o meu Pai me dizia. Já se passaram vários anos e já tive outras relações, mas várias vezes penso neste momento e no facto de hoje me ser impossível imaginar estar com alguém que não gostasse dos meus pais, da minha família.

Parece careta e pouco Rebel? Mas não é! Nem uma coisa, nem outra.

Hoje, nos EUA, celebra-se o Dia Nacional do Sogro. E apesar de nos casamentos parecer que tudo gira à volta da noiva e das mulheres – sogras, mães, madrinhas e avós – a verdade é que os Pais têm um papel muito importante. E não só nesse dia. No casamento também!

A figura paterna é incrivelmente importante para ti, para o teu marido/mulher e para os vossos futuros filhos.

Hoje em dia é-me impossívele imaginar amar alguém e não os pais dele, não querer conhecê-los, passar tempo com eles, ouvir as suas histórias… É que, quer queiramos quer não, eles são responsáveis por muito (ou pouco) daquilo que o teu marido/a tua mulher é, das suas expectativas de uma vida a dois, da forma como vêm uma relação amorosa e seu compromisso.

Fechares-te a isso, é fechares-te à pessoa que amas. E estarmos fechados para a vida, é o oposto do que defendemos na SRB.

Por isso, aproveita a boleia deste dia, e se o teu Sogro ainda está vivo, vive perto de ti, convida-o para um café e dedica-te a conhecê-lo. A tua mulher/o teu marido vão ficar incrivelmente gratos. Se ele está longe, liga-lhe, pergunta-lhe como está. Cria laços e pontes que vos aproximem!

Os relacionamentos e a família são, sim, sinónimo de trabalho. Às vezes de muito trabalho! Mas há coisas que só fazemos por amor. Esta é uma delas.

#BeRebelAboutHowYouLove

Bom fim de semana!

Leitura recomendada para noivos: Conversations with your Father in Law by AskMen

ALL or NOTHING syndrome: How NOT to get carried away by what your wedding doesn’t need

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ALL or NOTHING syndrome: How NOT to get carried away by what your wedding doesn’t need

When I was engaged and during planning, some of the phrases I’d hear the most whenever in doubt for something for the wedding would be “it’s a one day in your life”, “it’s a day that will never be back”, “go all the way, you’ll never be a bride again”.
Those phrases would actually cause anxiety in me, as they caused the feeling that I would miss out or regret not doing or having something on our day.
Eventually, I had to put an end to it for my mental sanity. Being a bride can be really exhausting, and although we want to be nice to everyone and thank everyone for their ideas, there has to be a moment we put a stop to it and go with our guts. With what makes sense to our hearts.
When I come to think about it, there was this one thing that really was the stamp and the moment where I recovered my mental health again…

 

My SHOES

Yep, that’s right. My shoe choice was what brought me back to me and to what I wanted for my wedding. It could have been something else, sure, but it works differently for everyone, and that is what makes this fun.
In my case, I’ve always been simple in my choices. We wanted a very simple wedding, DIY, where music was the focus. That is how the idea started.
Then, as we began sharing our ideas, we started to get overwhelmed with the “oh, c’mon, it’s your wedding day, not a regular party, bling that up a bit”, or “really, you are not having flowers on your wedding, how can that be? Never heard of a wedding with no flowers! Save some of your money for that, please”. I’ve never been that type of person who gets easily influenced, but when it comes to weddings, it is very common to see brides having new necessities created by those who mean to them, and here, I was no exception. So little by little, I started needing a piano player for the cocktail, flowers everywhere, furniture to cover places that were more empty, a bathtub just for the fun of it that we’d fill with ice and gin bottles, I started worrying that people might not like this or understand that and all of the sudden, I was flooded with “important” things in my mind that I had never considered before.
But as I started this topic, shoes were what brought me back to being myself: My bridesmaid Andreia is a fashion guru. She has really good taste, and has beautiful shoes for every occasion, so it was only normal that she’d advise me that my shoes should make a statement when I walked in. At first, I told her “Nah, my dress is big enough, no one will look at my shoes, and that is not an expense I want to worry about”. “Ana Luisa, you only get married once, shoes are such an important thing on a bride and looking good”. And she is right, I know this. But it just wasn’t important to me… until I started to get obsessed with shoes that would make a statement.

 

How the madness ended

I am a big feet girl. Like, my feet are really huge, which makes it very hard to find some that look good on me. Most shoes look beautiful in smaller sizes and look kinda freaky when made bigger. As I was doing my search, a lot of my energy was put into it and I kept on finding shoes and sending pictures of them to my bridesmaids and the answer would be “nope”, “too simple”, “weird”, “You can do better” until one day, after gym, I passed by a shoe store that was in sales, and I saw them. Simple, not expensive, and exactly what Ana Luisa from a few months ago would have bought as her statement shoes. I thought to myself “That’s it, I will stop this nonsense and go with my guts”. I bought them (ahem, for 12.99€), and I felt really good about myself on that moment! It is not the fact that they were cheap, because my message today is not about asking you to go low cost. What I mean is the part where I felt really good with my choice. They could even have been 150€ if I had loved them. It’s not what matters today. They were sweet, my size, the kind that I liked, simple, comfy, and I am actually wearing them today as I write you, which was another thing I really wanted.
After that, I decided to breathe and make a lot of decisions that would make our life easier: no piano player, no extra furniture, damn, no flowers, and yes, my shoes were simple, but were exactly what I wanted.

 

Tip for my brides as a wedding photographer

It was easy to give advices before being engaged on “It has to be what you want and makes you happy”. But now that I’ve been on that situation, I really mean what I say. I have more empathy with my brides now that I’ve been through the process that leads to the wedding day. It is very common to me to have them telling me what bothers them, sometimes I go with them to their dress fittings, and it is now part of who I am to also calm them down on problems they are finding along the way until the aisle.

Most of it actually is about todays post. Them wanting it all, even what they after realize they don’t need. A friend of mine shot a wedding once (and I always use this example) where when the bride looked at herself in the mirror after prepping, she started having a panic attack because it was just too much. She had been influenced on having a big hair, being big on makeup, big dress, statement shoes, out of this world bouquet, and when she put everything together, it was just not who she was.

I have nothing against going big, as long as it is what the bride really wants, and not what she was influenced to have by the people who mean to them. (Oh, and that bride eventually looked like how she wanted. In her case, she needed to simplify it with her glam team until she felt like her true self).

So my first question to my brides as soon as they get engaged is “How do you see yourself on your wedding day?”. Then, I ask them to take notes of that, so that whenever they are caught on a situation of rather huge exterior influence, they can look at what they wrote and keep track of their initial dream. Of course things can change, and when you really enter the wedding prep world a lot of new things you didn’t know existed appear in front of you, but having that first dream in hand can really help balancing between the first idea and the new things.

The second question is “In the end, when you look back at your wedding photos, what do you wish to see there?”

This could make it a lot easier on the choices! And the answer is always “I want to look happy” and that really only depends on you, and being true to yourself at all times.

 

What happened to me in the end

I wore my red dress, the shoes I wanted, and yeah, a few things changed along the way, like my hair, which I had two different styles, that still were me, but that gave that bling to how I looked. And this was actually not my idea, and I loved it.
I ended up having (a few) flowers, which I agreed made it all look prettier and a few little things my wedding planner thought of and that completed our day beautifully, but I am now relieved that we learned how to say NO to the things we really didn’t need.

 

My biggest lesson was that it doesn’t have to be ALL or Nothing. You will find true happiness in what is just the right amount for you. So hold that prep by its horns, and show (kindly) who the bride is.
Photos: Dreamaker
Assinatura_AL
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 Quando fiquei noiva, e durante o planeamento, algumas das frases que mais ouvia em tempos de dúvida com alguma coisa para o dia do casamento eram “é um dia que só acontece uma vez”, “esse dia nunca mais vai voltar”, “faz à grande, porque nunca mais voltarás a ser noiva, aproveita”.
Estas frases na verdade causavam-me um grande grau de ansiedade e medo de me arrepender de não ter algo ou de fazer más escolhas.
Eventualmente, e pela minha sanidade mental, tive de tomar medidas que me protegessem destas três frases fatais para qualquer noiva. É que a preparação é algo de muito exaustivo, e embora quisesse ser querida com todas as minhas pessoas especiais e agradecer-lhes os inputs para o nosso casamento, a partir de um certo momento temos de começar a agir no que nos faz real sentido. No que faz o nosso coração cantar.
Quando penso no momento que foi a viragem da situação em que estava de “demasiada informação”, é engraçado, mas sei exactamente o que é que foi o meu grito do Ipiranga… 

 

Os meus sapatos

Yep, foi isso mesmo. A compra dos meus sapatos foi o que me trouxe novamente a minha sanidade mental de volta. Poderia ter sido outra coisa qualquer, claro, mas a piada está mesmo em sermos todos diferentes!
No meu caso, sempre tive em mente um casamento simples. Muito DIY, onde a música fosse o foco.
Depois, quando começámos a partilhar as nossas ideias, começámos a ficar sobrecarregados de informação e de “Oh, vá lá, é o vosso casamento, não é só uma festa, dá lá mais power nisso!” ou “Não queres mesmo ter flores no teu casamento? Nunca vi tal coisa!”
Eu nunca fui do tipo de pessoa que se deixa influenciar facilmente, mas no que toca a casamentos, é muito comum ver noivas com novas necessidades geradas por aqueles que lhes são mais especiais, e eu não fui excepção. Assim, aos poucos e poucos, comecei a precisar de uma pianista para o cocktail, flores por todo o lado, mobílias para as zonas mais vazias, uma banheira (só porque sim) cheia de gelo e garrafas de gin. Comecei a ganhar medos tontos de que se não fosse assim, as pessoas não iriam gostar, ou achar tudo demasiado simples. Estava verdadeiramente inundada de coisas “importantes” que nunca tinha antes sequer considerado.
Mas comecei este tópico a falar-vos dos meus sapatos me terem trazido novamente a “mim”: Uma das minhas madrinhas, a Andreia, é muito entendida em moda. Ela tem um excelente gosto, tem sapatos lindos para várias ocasiões e era normal que me aconselhasse a ter uns para o meu casamento que fossem uma assinatura da minha personalidade, que fossem mais “tcharan“. Ao princípio disse-lhe “Nah, não me vou preocupar muito com isso, quero algo muito simples“, mas depois, tornei-me verdadeiramente obcecada com encontrar os sapatos certos.

Como é que a loucura terminou

Eu tenho uns pés enormes. Mas mesmo, mesmo grandes para uma menina… e sempre me foi complicado e uma verdadeira frustração encontrar o que quer que seja para calçar, quanto mais para cerimónia, onde em pequenos são sempre bonitos mas em tamanhos grandes parecem uns barcos muito muito feios.
Sempre que encontrava algo possível, enviava às minhas madrinhas por mensagem, tinha as respostas delas, gastava toda a minha energia naquilo, mas estava mesmo destinada a não encontrar os tais “tcharan“. Até um dia, em que depois do ginásio, passei por uma loja que estava em saldos e vi-os ao longe. Eram simples, nada caros, e exactamente o que a Ana Luisa de há uns meses atrás teria escolhido. Calcei-os e pensei “É agora, Ana Lu. Vais acabar com esta loucura e vais terminar a saga dos sapatos imediatamente”. Então comprei-os (ahem, por 12.99€), e senti-me mesmo muito, muito feliz comigo mesma. A minha mensagem de hoje não é sobre optarem por low cost, atenção. É exactamente sobre encontrarem aquilo que vos faz felizes. Aquilo que vos dá o clique do “já está!” Podiam até ter custado 150€. Quando os calcei, eram aqueles. Era aquilo que eu queria. Aquele é o meu estilo e pronto. (E hoje estou com eles calçados e tudo!)
Depois disto, decidi respirar fundo e tomar uma data de decisões que tornariam a nossa vida mais simples: Nada de pianista, nada de mobílias extra, nada de flores, etc, etc.

 

O que tento passar a todas as minhas noivas enquanto fotógrafa de casamentos

Eu já dava alguns conselhos antes de estar noiva no que toca a “tem de ser o que te faz feliz e não o que te impõem”, mas depois de ter passado por um planeamento, depois de quase ter desistido de fazer o casamento 3 vezes pelas chatices da organização e por finalmente ter casado, ganhei uma empatia diferente com as minhas noivas. Conheço o processo, sei que não é só borboletas e magia, e tento estar lá para elas nos desabafos, na prova do vestido, e no dia, a acalmar qualquer situação que seja necessária.
O que noto, é que a grande maioria das preocupações têm a ver com o post de hoje. Com coisas que antes “não percebiam que afinal não precisavam”.

Uma amiga minha fotografou um casamento um dia (e eu partilho muitas vezes esta história), onde ao terminar de se arranjar, a noiva olhou para o espelho e começou a ter um pequeno ataque de pânico. Sentiu que estava tudo “demasiado” grande. Tinha sido influenciada a querer tudo e tudo em grande por ser um dia que só acontece uma vez, e tinha-se esquecido do que realmente queria inicialmente. O cabelo estava muito tcharan, a makeup estava tcharan, o vestido era tcharan, os sapatos eram tcharan, e ela queria na verdade muito menos. (Não se preocupem, com uma nova intervenção da sua glam team ela ultrapassou o sucedido e conseguiu um look onde se sentia confortável, mas poderia ter evitado o ataque de pânico).

Não tenho nada contra ser-se/ter-se “tcharan” no casamento (até gosto bastante), desde que seja o que a noiva realmente quer e não por influência externa.

Assim, um bom exercício que gosto de colocar quando a noiva vem ter comigo pela primeira vez e se desabafar sobre o assunto é “Como é que te vês no dia do teu casamento?”. Depois, peço-lhe que tire notas do que me acabou de dizer e que as guarde com ela religiosamente. Assim, sempre que se apanhar numa situação de dúvida, pode sempre olhar, ler, e seguir caminho confiante nas suas decisões.  Manter-se no caminho certo. É claro que muitas coisas mudam entretanto, especialmente quando já se vai em velocidade cruzeiro na preparação do casamento e somos alvos de tantas coisas lindas e novas que vão aparecendo em revistas e sites ou nos casamentos das amigas, mas um bom balanço entre o que queremos à partida e o que se nos é apresentado é o ideal.

A segunda pergunta é “Como é que queres olhar para trás para o teu dia, e rever-te nas tuas fotografias de casamento?”

A resposta normalmente é “Quero estar feliz”, e isso só depende das escolhas que fizer, e se se mantiver fiel a si mesma sempre.

 

O que aconteceu comigo no final

Vesti o meu vestido vermelho, calcei os sapatos que queria, e sim, mudei de ideia em algumas coisas pelo caminho, como no meu cabelo que acabou por ter dois estilos diferentes e que sinto que deu aquele bling bling que o meu look precisava (e a ideia não foi minha!). Acabei por ter (algumas) flores, que realmente deram um toque feliz à decoração, e cedi em algumas ideias da minha wedding planner que também tornaram tudo mais fácil e eficaz, mas estou orgulhosa por no final ter aprendido a dizer que NÃO e a largar aquilo de que não precisava.

A minha maior lição foi a de que não é preciso ir a extremos do tudo ou nada. Que vais encontrar a felicidade naquilo que é a quantidade certa para ti e para o teu casamento. Por isso agarra o planeamento pelos cornos, e mostra (de forma simpática) quem é que é a noiva.