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So what is ALTERNATIVE?

When I was planning my own wedding, one day my mom told me on the phone that she was having nightmares with a word that I kept on repeating . That word was “alternative”. When I realised she was afraid of it, my first job was to try to explain her it didn’t mean nothing bad, but something unique and special. Still, until our wedding day, I could feel her discomfort, and pretty much every bodies discomfort, from my family to my in-laws. They were afraid the wedding was going to be so different people wouldn’t understand it, or feel bad at it, or eat bad food, or take things personally in a bad way. After the wedding, they finally saw it, and I believe I taught great lessons with Miguel on that day. Until today, they say it was such a unique event, that reflected our personalities so well.

So today, I’m here to try to demystify this word for you as well. And what is more curious, is that even the most traditional brides actually do a lot of alternative things on their weddings that they never thought were actually alternative. Like wearing sassy coloured shoes, or walking down the aisle with their moms or grooms instead of their dads. Or having a special twist like no bouquet, or no first dance. That is rebel!

So what is an alternative wedding, or a wedding with an alternative touch?

Alternative is everything that goes against the “norm”, against what is already “socially accepted”, against “traditional”.

Be it getting married at the beach, on a mountain site, at an old theatre. Means white couples, black couples, interracial couples, LGBT, young, and old. Means not having a pre-made location, but doing everything (or just a little twist) according to the couples personalities, what they love, what reflects them best.

Here are a few examples for you to visualize, in case if you thought that alternative only means tattoos and piercings. (And did you know that tattooed people can also have the most traditional of weddings? This is the XXI century. There should be no prejudice on this matter.)

If you like any of the pics bellow, or could see yourself wearing any of that, having any of that, doing any of that, or having a representation of that at your wedding… congrats, you have a rebel in you! Oh, and you ARE alternative, even if you never thought doing or being like that.

(See more of what makes us happy on our Pinterest!)

So with this, let’s start accepting diferences. Traditional is beautiful, but so is alternative. And one is not more correct than the other. There is space for everyone.

Let’s please celebrate uniqueness, and sticking to your guns. And if you would like to have a hot-dog kind of dinner at your wedding, because that’s how you and your other half met and had your first date, do it. It’s YOUR day. Your ONE day. And if you are a guest to that hot-dog wedding, embrace it. You have 364 days in a year for yourself, let your friends who are getting married have that one day their way, and just have fun!

Featured Image Credit: Dreamaker

Assinatura_AL

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Um dia, enquanto planeava o meu casamento, a minha mãe contou-me ao telefone que andava a ter pesadelos com uma palavra que eu repetia constantemente: “alternativo”.

Quando me apercebi de que ela tinha medo dessa palavra, o meu maior objectivo foi tentar explicar-lhe que não havia nada de mal em querer um casamento alternativo, e que isso significava único, e especial. Ainda assim, até ao dia do nosso casamento, eu conseguia sentir o desconforto, e na verdade, não só o dela mas o de todos, desde os amigos, à minha família, à família do meu então namorado. Tinham medo de que o casamento fosse tão diferente que ninguém o iria perceber, ou que se poderiam sentir mal e desadequados nele, ou levar algo pessoalmente, de uma forma má. Depois do casamento, finalmente conseguiram ver aquilo que nós sentíamos. E perceberam que alternativo significava o celebrar de quem somos e do que somos e de como isso combinado gerava amor. Até hoje, continuo a ouvir que foi “Tão bonito”, “Tão a nossa cara” e que refletia tanto as nossas personalidades.

Por isso, hoje estou aqui mesmo para tentar desmistificar-vos esta palavra. E o que é mais curioso, é que até as mais tradicionais das noivas têm escolhas nos seus casamentos que nunca pensaram serem alternativas. São-lhes tão naturais que nem se apercebem de que na tradição não acontecem.

Coisas simples como usar uns sapatos mais divertidos que não branquinhos, ou fazer a caminhada até ao altar de mãos dadas com as mães, ou com os próprios noivos em vez dos pais. Ou tendo um tema que é especial ao casal a encher as paredes, mesas, salas da festa. Ou tendo um pequeno twist, como não quererem atirar o bouquet, ou não ter uma primeira dança se isso não tem a ver com quem eles são. E esse pequeno passinho contra a tradição, já é rebelde. Mas e isso é mau? Não.

Mas então o que é que é um casamento alternativo ou um toque alternativo?

Alternativo é o que vai contra a “norma”, contra o que é “socialmente aceite”, contra o “tradicional”.

Seja escolher casar numa praia, na montanha ou num teatro antigo. Significa casais brancos, negros, interraciais, LGBT, velhos e novos. Significa fazerem algo que seja a personalidade deles ao invés do que muitos pacotes pré-feitos já vendem. Ou até optar por isso e dar-lhe um toque pessoal. Alternativo significa ser fiel à sua personalidade e ao que ela representa.

Aqui, acima, estão algumas imagens que refletem casamentos alternativos, para o caso de toda a vida terem interpretado um casamento alternativo apenas como algo hardcore, e cheio de tatuagens. E sabiam que pessoas tatuadas podem até ter o mais tradicional dos casamentos? Estamos em pleno século XXI. Já não devia existir esse preconceito.

Se gostarem de alguma das fotografias acima, e se acharem que se conseguiam ver a vestir, ou a fazer, ou a ter, ou a comprar algo assim para o vosso dia especial… parabéns, têm uma rebelde dentro de vocês. Oh, e já são um bocadinho alternativas, mesmo que nunca tenham pensado no assunto.

(Conseguem ver mais das coisas que gostamos no nosso Pinterest!)

Vamos começar a aceitar mais as diferenças. A tradição é linda. É maravilhosa, e quero deixar assente que a SRB não tem nada contra ela. Mas o alternativo também é especial. E não há um mais certo que o outro. Tem de haver espaço para todos.

Vamos celebrar o único, e o sermos fiéis a nós próprios. E se gostariam de ter um casamento onde o jantar tivesse uma banca de cachorros-quentes, porque o vosso primeiro encontro com a vossa cara-metade foi assim, façam-no. É o vosso dia. O vosso ÚNICO dia de casamento.

E se estão do outro lado, e são os convidados num casamento com cachorros-quentes, aceitem a vontade dos noivos. Vocês têm 364 dias num ano para fazerem o que vos der na real gana. Deixem que os vossos amigos, ou familiares que estão a casar tenham este dia à maneira deles, e divirtam-se!


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